CUSTOMER EXPERIENCE | 4 MINUTOS

Foi possível sermos felizes durante este ano?

Escrito por Márcia Machado
Directora Comercial @ GoContact
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Mulher com sono no escritorio

O ano 2020 tem sido um ano diferente, temos vivido tempos extraordinários, e é necessário manter o foco no essencial, continuarmos a sermos felizes e gostarmos do que fazemos.

Sempre adorei comunicar e conhecer pessoas. Sou pessoa de pessoas e quando me perguntam o porquê de ter ido para a área de vendas, respondo sempre que foi o que me permitiu conciliar as duas coisas que mais gosto: pessoas e comunicar.

Como líder de uma equipa comercial tenho como missão, ajudar as pessoas a ganhar consciência do poder da felicidade no sucesso da sua vida e no trabalho, através do positivismo, equilíbrio e otimismo.

termos um impacto positivo na vida de alguém, na realidade dos nossos clientes.

O conceito de felicidade é sem dúvida um conceito abstrato, e aquilo que a mim me faz feliz pode não fazer feliz outra pessoa. Mas acho que todos sabemos o que é sentir não estarmos felizes. Uma boa forma de definirmos felicidade, é quando descobrimos prazer e o propósito do que fazemos no nosso trabalho, é sentirmo-nos realizados e termos um impacto positivo na vida de alguém, na realidade dos nossos clientes.

Temos de continuar a fazer o que gostamos, para podermos sentir que não trabalhamos um único dia da nossa vida. Esta é uma das frases de maior cliché, mas que nos dias de hoje ainda ganhou mais sentido.

Será que foi possível sentirmo-nos felizes e realizados este ano?

A nossa vida mudou, e começámos a nossa maior prova de fogo em março deste ano, e mesmo em tempos de pandemia mundial, o calendário não parou, e no dia 20 de Março foi assinalado o Dia Internacional da Felicidade.

Este ano que tem sido incerto, estranho, difícil e de combate a um vírus faz-nos pensar numa perspetiva da Felicidade, nem sempre valorizada.

Está na altura de cada vez mais darmos valor às coisas mais simples

Sabemos que as coisas não têm sido fáceis, ainda não estão bem, mas temos de manter o otimismo e acreditar que temos uma luz ao fundo do túnel.

Está na altura de cada vez mais darmos valor às coisas mais simples, e aproveitarmos muitas das coisas que durante anos não tivemos oportunidade de as fazer.

No receio de contrairmos a doença e também de algum receio sobre o futuro, será que conseguimos ser felizes?

Sim, com a felicidade que emerge de ajuda aos outros e não a que busca a satisfação pessoal. Os gestos solidários, como irmos às compras e à farmácia para os vizinhos mais idosos, não estão centrados na busca da satisfação pessoal, mas em ajudar os outros. E também passamos a ter mais tempo para a família e as relações.

Podemos achar que não somos felizes porque estamos a passar o período mais difícil de todos, porque estamos em isolamento e não podemos sair, mas também podemos procurar outro tipo de felicidade que ainda estamos a descobrir. É a felicidade que não está focada e centrada em nós próprios, mas sim, numa felicidade que emerge em ajudarmos os outros, da prática de solidariedade e da compaixão para com os outros.

Numa altura festiva em que nos encontramos, em que temos o Natal e a passagem de Ano à porta, é importante que nos foquemos em sermos felizes em ajudarmos os outros, e também a mantermos o nosso equilíbrio com as horas em que passamos a trabalhar e as que dedicamos à família.

Para finalizar um conselho, a felicidade continua sem dúvida a existir, foquemo-nos em sermos felizes e em ajudar os outros.

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